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Um filme vídeo muito interessante sobre como a Internet e as novas tecnologias estão a moldar uma sociedade, e o ritmo a que isso está a acontecer. Recomendo!

A very insightful video portraying how Internet and technology is shaping society, and the amazing pace it is happening.

1 out of 8 couples married last year in the US met via social media

In 2009 Boston College stopped distributing e-mail addresses to incoming freshman

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Posted by Carlos Manta Oliveira on quinta-feira, agosto 27, 2009

And so can we, according to their words. Watch this amazing documentary on how the Estonians cleaned up their whole country in a single day.

Um país com lixeiras a céu aberto espalhadas por todas as bouças, bosques e florestas. Soa-vos familiar? E se vos dizer que esse país ficou completamente limpo, em apenas um dia? E se este vídeo nos dizer o segredo para fazer-mos o mesmo?

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Posted by Carlos Manta Oliveira on sábado, julho 04, 2009

Well, you know Michael Moore by now. You know about his views, his books and his films. No matter what you think of him, no matter if you support his opinions or not, the following documentary, though biased, raises an important question: what is a developed society after all? Is life expectancy part of the equation?

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Posted by Carlos Manta Oliveira on sábado, maio 30, 2009

Para já, não a média, é a nota mínima, ou melhor, a nota do último que entrou, mas adiante...

Foram abertas mais vagas do que em anos anteriores, podem ser consultadas aqui (Lista de Vagas segundo Ciência Hoje).

O número de candidatos tem vindo a descer todos os anos.

Ainda assim eu arrisco uma súbida de 1 a 2 valores. Devo estar louco, dirão vocês!

Mas não, a sério que não. É que as notas dos exames nacionais subiram de modo fantástico, em particular o de matemática. Se bem entendi, o de Física e Química deste ano só contará para quem concorre no próximo ano (a disciplina termina no 11º).

Ainda assim fica o aviso. Escolham com cuidado. É verdade que muitos cursos em várias Universidades fizeram "batotas", como incluir a prova de português para o acesso a cursos de Engenharia em vez da Matemática. Vejam bem com atenção os requesitos de cada curso a que concorrem, e não se esqueçam que as notas dos exames foram altas. Um "12" que ano passado tinha chegado, neste ano só com "13" ou "14". Estão avisados.

Vai ser mais difícil entrar? Não, é claro que não!

Como disse antes, há mais vagas e menos candidatos. Vai ser até é mais fácil, as médias vão subir, mas vão subir para toda a gente. O que é preciso é serem cuidadosos nas escolhas, e não estarem a contar que tudo seja semelhante ao ano passado, senão arriscam-se a ficar de fora na primeira fase, e depois na segunda só podem escolher entre o que sobrar.

Façam de conta que as notas do ano passado from em Euros, e as deste anos são em dólares, se me consigo fazer passar a analogia.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on quinta-feira, julho 10, 2008

Encontrei variados artigos em Blogs com oposições ferozes ao novo acordo ortográfico. O Memória Virtual contém muitos exemplos da nova grafia a que chega a chamar de aberrações. Eu tenho um prazer confesso em ser do contra e fazer de advogado do diabo. Mas neste caso até nem me custou muito, porque achei que as alterações não são assim tão marcantes que desfigurem a língua. Por exemplo o eleminar das consoantes mudas pode introduzir confusão entre palavras homófonas que passam a homógrafas, mas vem traduzir mais fielmente o modo como a língua é usada.

Uma língua quer-se viva e é por isso que saúdo esta tentiva de aproximar e unir os falantes de português através da homogenização das regras da língua. Imagine-se que por exemplo o português do Brasil vai deixar de usar o trema, que nem sequer existe no actual português de portugal. Mesmo na Informática, esta alteração é muito significativa, o meu teclado nem sequer tem trema, só com combinação de teclas o consigo aceder. No entanto o acordo preserva ainda assim diferenças entre os diferentes sabores do português como Amazónia/Amazônia. Muito mais grave parecem-me aquelas tentativas de mudar por completo a gramática e o nome dos tempos verbais. O facto da oposição a esta mudança na ortografia ser maior ao que se verifica no caso da gramática, parece-me prender-se mais com uma complexidade em ver uma aproximação das grafias de Portugal e do Brasil, um medo talvez irracional de ficar a perder algo, ou de ceder a outrém. Verifica-se essa oposição curiosamente de ambos os lados do Atlântico.

Até que acabei por encontrar um texto que achei fantástico, de uma amiga que conhecia apenas de caminhadas na montanha. Está no e Marrocos aqui ao lado, e convenceu-me de vez a ser a favor do acordo. Recomendo que leiam e até subscrevam o feed RSS como eu fiz, vão-se surpreender. Tem imensos exemplos do que mudou com acordos ortográficos anteriores, que não resisto a citar, como este:

"Ao scepticismo e á descrença que o paiz começou a ter pelos governantes, ha que opôr uma propaganda tenaz, chamando-o de novo á consciencia dos seus destinos"

Partido Republicano Radical, 1925

Um texto que apesar da estranha graphia, aliás grafia, continua muito actual, ou até atual.

E vocês, estão preparados para serem dos primeiros a adoptar a nova Grafia, ou preferem resistir até ao fim?

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Posted by Carlos Manta Oliveira on quarta-feira, maio 14, 2008

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Posted by Carlos Manta Oliveira on segunda-feira, maio 12, 2008

Conhecia uma iniciativa interessante na Áustria. O MaisGasolina é uma iniciativa que eu aplaudo. É para estas coisas que serve memso a Internet. O conceito é de um modo colaborativo reunir informações sobre os Postos de Combustíveis mais baratos. Com a liberalização de preços, e a práctica de descontos, talões e outras promoções torna-se importante ter números e estatísticas para interpretar os preços.

É altura de parar com o "desconto de 5 cêntimos por litro". Esta informação é completamente inócua e vazia. Ainda no fim de semana passado tive que provar isso a quem ía no carro comigo. Passámos na Repsol Matosinhos (ao parque da Cidade) onde anunciavam "desconto de 5 cêntimos ao fim de semana". Acontece que o preço do gasóleo aí era de 1,25€/l. Insisti que fossemos ao posto do costume, o antigo Carrefour de Gaia, agora Continente e em breve possivelmente Galp. Bem, retomando, abastecemos aí por 1,17€/l. A caminho de casa passámos ainda na BP dos Carvalhos onde o preço era de 1,23€/l. Na BP podemos usar uns talões no LIDL que dão um desconto de 6 cêntimos por litro, mas apenas se pode usar um talão por cada múltiplo de 20l. Por exemplo, se abastecer 53l, apenas posso usar 2 talões, logo o desconto é sempre inferior, e só no máximo chega aos 6 cêntimos.

Bem, encorajo-vos a usarem este novo site, para que todos nós possamos tirar proveito e poupar uns trocos ao fim do mês.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on sexta-feira, março 07, 2008

Foi claro para todos a humilhação que Mário Lino enquanto Ministro foi obrigado a passar. Primeiro ao anunciar uma localização, depois ao ser obrigado a encomendar um estudo que segundo o próprio seria uma formalidade, e finalmente a aceitar que estava completamente errado, e como menino da escola primária, a ficar sentadinho a olhar para o chão, enquanto o Primeiro Ministro José Sócrates resolvia as trapalhadas e anunciava a solução corrigida.

Mário Lino sobreviveu à remodelação governamental. Foi esse o erro de Sócrates, teve piedade do seu Ministro e manteve-o dentro do Governo. Estes erros pagam-se caro, ora vejam só a vingança:

Mário Lino deu instruções ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil para avaliar opções ao corredor Chelas-Barreiro.

«Relativamente à 3ª travessia do Tejo, que há muito está pensada entre Barreiro e Chelas, será rodo e ferroviária», tinha anunciado Sócrates poucos dias antes.

A vingança serve-se fria, diz o ditado, mas Lino nem esperou muito para retribuir a ensaboadela com que foi presenteado.

No meio desta trapalhada toda a Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino já tinha anunciado as verbas exactas envolvidas na construção da nova ponte, e ter afastado por completo a alternativa apresentada pela CIP, e já tinha inclusivamente anunciado os novos tempos de viagem entre Setúbal e Lisboa, assim como a remodelação dos percursos do Metro Sul do Tejo.

A única dúvida que resta é portanto quem é que vai anunciar o fim de nova monumental trapalhada, e se os autarcas do Barreiro serão compensados como os do Oeste. É que entre estudos, contra-estudos, alterações de projectos e compensações o dinheiro dos contribuintes vai voando.

Aproveito para repetir o que escrevi aqui este Blog no dia 11 de Janeiro:

Agora passa a ser cada vez mais aconselhável ignorar o discurso do Governo por completo, e aguardar uns dias até que alguém se voluntarie para os corrigir, para que os disparates sejam evitados. Mais vale dar um tempinho já que o mais certo é que as decisões iniciais sejam o primeiro pensamento que lhes ocorreu, e o melhor mesmo estar atento a ver quem aponta os erros, pois daí sairá a decisão vinculativa.

Se dúvidas restassem, estão esclarecidas. Está provado que não se aprende com os erros, mas que se torna a repeti-los com insistência e prepotência. Vale contudo a pena ressalvar que eventualmente as melhores soluções poderão eventualmente vir a ser escolhidas, ao se recorrer a relatórios técnicos. Para este foi dado um prazo de 45 dias, no anterior o Ministro confessou saber as conclusões 30 dias antes do relatório estar concluído... Valerá a pena dizer mais?

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Posted by Carlos Manta Oliveira on sexta-feira, fevereiro 08, 2008

É um dos tópicos da moda, e não resisiti a partilhar a minha opinião.

Sou um grande admirador da ASAE. Provavelmente um dos maiores e mais fieis fãs. Acima de tudo, pela ausência de alternativas. É que finalmente há em Portugal uma entidade que é parte das forças de segurança (segurança alimentar) que zela pelo cumprimento da Lei, e que não embarca no discurso da tolerência, das tradições, da adaptação à realidade, das excepções, da permissividade. É uma lufada de ar fresco, saber que para a ASAE o primeiro e mais importante é a Lei ser cumprida, uma vez que é esse cumprimento que garante a saúde dos consumidores.

Têm recebido muitas críticas, acima de tudo porque a ASAE se destaca da mentalidade portuguesa. Daquela que diz essa Lei vai ser impossível de cumprir, vai ter de haver tolerância, de certeza que há maneira de dar a volta, vai ser impossível verificarem, e assim fora. Este é o habitual discurso sempre que sai uma nova Lei, mas que está a desaparecer. Os portugueses bem lá no fundo também são fãs da ASAE, só que nem dão por ela. Começa-se a ouvir na rua "havia de vir aqui a ASAE por ordem nisto", " se fosse a ASAE a cobrar impostos é que era", " a ASAE é que devia vir fechar os aterros", " então a ASAE não vem aqui ver o fumo destas chaminés?", "se os àrbitros fossem da ASAE", "a ASAE é que devia controlar os preços dos (bilhetes de cinema/ combustíveis/mensalidades dos ginásio)". E podia continuar pelos horários dos transportes públicos, do cumprimento de prazos, entre outros. Ou seja, apesar de tanta insistência na tecla da cultura da tolerência, os portugueses até anseiam por haver uma entidade que garanta um mínimo de ordem e respeito.

Acima de tudo a ASAE assenta em cima de uma mensagem bem passada. Se não estou em erro a ASAE fiscaliza um número de entidades na ordem de grandeza das dezenas de milhar por ano, logo a agrande maioria dos portugueses nem nunca viu um agente da ASAE. Mas a reputação corre léguas, as consequências do incumprimento passaram a ser temidas (a Lei seria mesmo aplicada). Tanto mais que essa reputação se tornou um mito, e começaram a circular exageros, e até petições na Internet em defesa de pseudo-valores, alguém precisava de por limites à ASAE. E entrou-se numa campanha de intoxicação da opinião pública, introduzindo propaganda e falsidade com o fim de hostilizar a ASAE e perpetuar a "tolerância" (leia-se incumprimento).

Respondeu muito bem o director da ASAE. Quem vais Leis é a Assemblia da República, a ASAE limita-se a garantir o seu respeito e cumprimento. A ASAE não vais mais do que aquilo que a Lei impõe, e tem por missão fiscalizar exaustivamente, de modo a que a saúde pública e os direitos dos consumidores estejam salvaguardados. Eu não podeira estar mais de acordo, bato palmas à ASAE e a este discurso, que muito faz falta ao país, em minha opinião. Sou mesmo fã, hã?

A única coisa em que aponto o dedo à ASAE é naquilo a que meu ver a falha única na postura. Segundo o director a grande parte do incumprimento resulta da falta de informação e conhecimento da Lei. Assim os 50% da restauração precisam é de se adaptar para cumprir, mas a missão da ASAE é fiscalizar e não informar. Aí eu estou em desacordo. Para mim a função de qualquer força de segurança é a de prevenção. De fiscalizar, e punir também, mas acima de tudo de prevenir. O objectivo das multas é esse mesmo, não é assegurar fontes de receitas (como parece ser a missão da inspecção de impostos), mas a de garantir que a Lei é cumprida ao punir o respectivo incumprimento. E a informação é para mim uma forma essencial de prevenção, e a prevenção terá mesmo o objectivo máximo de qualquer força de segurança. Não digo que não o façam, mas neste discurso falta para mim o conceito de que os inspectores da ASAE têm que fiscalizar mas também que auxiliar e aconselhar as boas práticas que garantam o cumprimento da Lei pela qual tão vigorosamente zelam.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on segunda-feira, janeiro 14, 2008

Eu acho sinceramente que um dos Gato Fedorento está a tentar ser a Paris Hilton em versão portuguesa. É que são coincidências e parecensas demasiadas para não se tratar de um esforço propositado. Vejamos:

  • Paris e Quintela são figuras mediáticas
  • Paris e Quintela têm um programa de televisão
  • Paris e Quintela gostam de dançar (quem não viu no Dança Comigo?)
  • Paris e Quintela pensam que sabem cantar (convidado a cantar nas Doce)
  • Paris e Quintela bebem demasiado
  • Paris e Quintela conduzem embriagados
  • Paris e Quintela põem em perigo pessoas inocentes
  • Paris e Quintela são apanhados pela Polícia
  • Paris e Quintela são condenados pelo Juiz
  • Paris e Quintela fazem trabalho comunitário para cumprir a pena

Dado o lapso temporal entre o original e a cópia torna-se completamente claro que é José Diogo Quintela que está a tentar emular a conhecida e mediática Paris Hilton. A diferença entre o original e a cópia é que os juízes são bem mais permissivos que os americanos, ou como se diz em Portugal "tolerantes", e Quintela ainda vai continuar com a carta de condução em sua posse e autorizado a conduzir. Isto apesar de aparecer num programa de televisão a beber champagne pela garrafa horas antes de ser apanhado pela polícia.

Shame on you stinky cat!

Discordo completamente desta decisão judicial. Acho que há uma tremenda falta dos juízes portugueses. De coragem por um lado em condenarem figuras públicas, como se destas tivessem medo, e de visão por outro lado, pois fazem passar uma mensagem totalmente descabida e muito perigosa. A mensagem que fica é que afinal não se fica sem carta por conduzir embriagado, só se paga multa, e que afinal até se pode conduzir bêbado uma vez por outra que o juiz perdoa e desculpa.

Pois é, não vivêssemos num país que tem das maiores taxas de sinistralidade automóvel do mundo e até se compreendia tal tolerância zero. É um facto que a melhoria na assistência aos sinistros (trabalho do INEM) tem feito com que mortalidade diminua, mas seria importante que as estatísticas passassem a reflectir as mortes no Hospital (a 30 dias) e não apenas as declaradas na estrada. Longe vão os tempos da famosa "Tolerância Zero". É pena, porque ainda há muito que fazer, e a prova está este triste exemplo de Quintela. Tanto por não ter tido pojo em conduzir um carro embriegado (não teria dinheiro para um taxi?) como na falta de tacto do juiz em ser tolerante com alguém que ultrapassou em mais de 3 vezes o limite legal para conduzir.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on sexta-feira, janeiro 04, 2008

Em Itália, fãs ameaçaram a direcção do AC Milan para extorquir bilhetes. A ameaça consistia em arremessar objectos para o relvado, de modo a o clube ser multado, caso não lhes fossem vendidos bilhetes para a final da Liga dos Campiões.

Já entre os ingleses, os 40 mil adeptos do Liverpool sem bilhete armaram tamanha confusão que nem sequer quem tinha bilhete conseguiu entrar no estádio. Ao que parece chegaram a entrar adeptos com bilhetes falsos e ficaram de fora outros com bilhetes verdadeiros, que ainda por cima se viram no meio da confusão entre a polícia e os que tentavam forçar a entrada.

Será o futebol espelho da sociedade?

Is football a mirror of society?

Italians threatned the directors of AC Milan to get tickets. Either they provided them, or they would throw objects to the pitch and the club would be fined.

40 thousand Liverpool fans with no tickets travelled to Athens
. Apparently the resulting confusion as such that fans with fake ticktets managed to get in the stadium, and some with valid ones where left outside, caught between the police and those trying to force their way in the stadium.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on quinta-feira, maio 24, 2007