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Conhecia uma iniciativa interessante na Áustria. O MaisGasolina é uma iniciativa que eu aplaudo. É para estas coisas que serve memso a Internet. O conceito é de um modo colaborativo reunir informações sobre os Postos de Combustíveis mais baratos. Com a liberalização de preços, e a práctica de descontos, talões e outras promoções torna-se importante ter números e estatísticas para interpretar os preços.

É altura de parar com o "desconto de 5 cêntimos por litro". Esta informação é completamente inócua e vazia. Ainda no fim de semana passado tive que provar isso a quem ía no carro comigo. Passámos na Repsol Matosinhos (ao parque da Cidade) onde anunciavam "desconto de 5 cêntimos ao fim de semana". Acontece que o preço do gasóleo aí era de 1,25€/l. Insisti que fossemos ao posto do costume, o antigo Carrefour de Gaia, agora Continente e em breve possivelmente Galp. Bem, retomando, abastecemos aí por 1,17€/l. A caminho de casa passámos ainda na BP dos Carvalhos onde o preço era de 1,23€/l. Na BP podemos usar uns talões no LIDL que dão um desconto de 6 cêntimos por litro, mas apenas se pode usar um talão por cada múltiplo de 20l. Por exemplo, se abastecer 53l, apenas posso usar 2 talões, logo o desconto é sempre inferior, e só no máximo chega aos 6 cêntimos.

Bem, encorajo-vos a usarem este novo site, para que todos nós possamos tirar proveito e poupar uns trocos ao fim do mês.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on sexta-feira, março 07, 2008

É curioso como alguns governantes caem quando a conjectura leva o preço do crude a valores recorde, enquanto que outros se mantêm sem contestação, apesar de o crude baixar e os combustíveis subirem.

Esta análise mostra-o o bem! Compara quanto ganha a OPEP, a GALP e o Governo por litro de combustível, em Janeiro de 2007 e em Junho de 2005, alturas que que a o preço do crude era idêntico.

Sim, se calhar até devia haver mais portagens na entrada das cidades e os combustíveis haviam de ser mais caros, por forma a que se poluísse menos. Mas esses argumentos só seriam válidos se esses aumentos se traduzissem em investimentos nas redes de transportes públicos, e a situação actual por exemplo do Metro do Porto é a completa estagnação no crescimento da rede, cenário idêntica para a oferta da CP ou mesmo da STCP.

A competitividade da economia, também não me parece sair assim tão favorecida como isso.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on quarta-feira, janeiro 17, 2007