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Não resisto a citar este post do iphil.com.pt

"Estou parva!" - Naíde Gomes (Atletismo)

"De manhã só é bom é na caminha, pelo menos comigo" - Marco Fortes (lançamento do peso)

"Não vale a pena (a participação nos 5000 m obstáculos), dada a forte concorrência africana. Vou de férias." - Jéssica Augusto (3000 m obstáculos)

"Bloqueei quando vi o estádio olímpico cheio" - Arnaldo Abrantes (200 metros)

"Não sou muito dada a este tipo de competições" - Vânia Silva (lançamento do martelo)

"A égua assustou-se com o ecrã de vídeo existente no recinto e entrou em histeria." - Miguel Ralão Duarte (Hipismo)

"Até parece que as outras treinaram só para me ganhar" - Telma Monteiro (Judo)

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Posted by Carlos Manta Oliveira on quarta-feira, agosto 20, 2008

 

É caso para perguntar, quem é que policia a polícia. Estes esquemas deitam abaixo qualquer credibilidade que instituições dete calibre queiram ter. E vocês, confiam em quem elegeram?

A very brave investigation on german members of the parliament and the misuse and abuse of our money. Schemes like this mine the credibility of these institutions. Do you trust who you elected?

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Posted by Carlos Manta Oliveira on segunda-feira, julho 28, 2008

Foi claro para todos a humilhação que Mário Lino enquanto Ministro foi obrigado a passar. Primeiro ao anunciar uma localização, depois ao ser obrigado a encomendar um estudo que segundo o próprio seria uma formalidade, e finalmente a aceitar que estava completamente errado, e como menino da escola primária, a ficar sentadinho a olhar para o chão, enquanto o Primeiro Ministro José Sócrates resolvia as trapalhadas e anunciava a solução corrigida.

Mário Lino sobreviveu à remodelação governamental. Foi esse o erro de Sócrates, teve piedade do seu Ministro e manteve-o dentro do Governo. Estes erros pagam-se caro, ora vejam só a vingança:

Mário Lino deu instruções ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil para avaliar opções ao corredor Chelas-Barreiro.

«Relativamente à 3ª travessia do Tejo, que há muito está pensada entre Barreiro e Chelas, será rodo e ferroviária», tinha anunciado Sócrates poucos dias antes.

A vingança serve-se fria, diz o ditado, mas Lino nem esperou muito para retribuir a ensaboadela com que foi presenteado.

No meio desta trapalhada toda a Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino já tinha anunciado as verbas exactas envolvidas na construção da nova ponte, e ter afastado por completo a alternativa apresentada pela CIP, e já tinha inclusivamente anunciado os novos tempos de viagem entre Setúbal e Lisboa, assim como a remodelação dos percursos do Metro Sul do Tejo.

A única dúvida que resta é portanto quem é que vai anunciar o fim de nova monumental trapalhada, e se os autarcas do Barreiro serão compensados como os do Oeste. É que entre estudos, contra-estudos, alterações de projectos e compensações o dinheiro dos contribuintes vai voando.

Aproveito para repetir o que escrevi aqui este Blog no dia 11 de Janeiro:

Agora passa a ser cada vez mais aconselhável ignorar o discurso do Governo por completo, e aguardar uns dias até que alguém se voluntarie para os corrigir, para que os disparates sejam evitados. Mais vale dar um tempinho já que o mais certo é que as decisões iniciais sejam o primeiro pensamento que lhes ocorreu, e o melhor mesmo estar atento a ver quem aponta os erros, pois daí sairá a decisão vinculativa.

Se dúvidas restassem, estão esclarecidas. Está provado que não se aprende com os erros, mas que se torna a repeti-los com insistência e prepotência. Vale contudo a pena ressalvar que eventualmente as melhores soluções poderão eventualmente vir a ser escolhidas, ao se recorrer a relatórios técnicos. Para este foi dado um prazo de 45 dias, no anterior o Ministro confessou saber as conclusões 30 dias antes do relatório estar concluído... Valerá a pena dizer mais?

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Posted by Carlos Manta Oliveira on sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Nunca me considerei um analfabeto informático, mas desta vez confesso que fui bastante pateta. Recebi o convite que reproduzo em baixo, e caí na esparrela como um patinho. Como o e-mail vinha de uma pessoa em que tinha confiança, abri e segui o link para o site Emprego.pt . Chegado aqui, fiz o pré-registo que me traria imensas vantagens no futuro e introduzi o endereço de e-mail. A asneira começa aqui. Indo na onda dos Facebook e outros sites, confiei e introduzi também a password. O resultado é que me foram roubados todos os endereços da minha lista e o site enviou convites aos meus contactos seu que fosse essa a minha intenção. A todos peço as sinceras desculpas pela minha negligência e denuncio aqui a situação para que não repitam o meu erro. Repito em baixo o e-mail tipo que é enviado, tenham atenção.

I have made a big mess. I was careless and allowed a website to get hold to my contact list. I followed an inviation from a friend, and registering on a supposed jobmarket I allowed the website Emprego.pt to mass mail my contacts. I apologize for any inconvenience I may have caused you, and advise you to be more careful than me. The scam e-mail is copied bellow, delete it immediatly if you receive it.

"Ola,
Fiz o meu pre-registo no portal Emprego.pt, que vai ser lancado ja em Março e vai apresentar caracteristicas inovadoras para ajudar a quem procura e oferece emprego em Portugal.
Assim, tornei-me pioneiro no portal e ganhei creditos para gastar no portal assim que for lançado. Esses creditos podem servir entre outros, para a revelacao de contactos de empresas ou candidatos que estejam interessados nas minhas ofertas de emprego ou CV conforme seja candidato ou empresa.
Como estas na minha lista, nao quiz deixar de te convidar para te tornares tambem pioneiro neste portal e poderes assim usufruir da promocao dos creditos que ainda estão a oferecer antes do lançamento.
Para isso basta clicares aqui e seguires as instruções! Estas a 3 cliques de distancia apenas! É simples.
Cumprimentos,"

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Posted by Carlos Manta Oliveira on sexta-feira, janeiro 11, 2008
5 comments
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Eu acho sinceramente que um dos Gato Fedorento está a tentar ser a Paris Hilton em versão portuguesa. É que são coincidências e parecensas demasiadas para não se tratar de um esforço propositado. Vejamos:

  • Paris e Quintela são figuras mediáticas
  • Paris e Quintela têm um programa de televisão
  • Paris e Quintela gostam de dançar (quem não viu no Dança Comigo?)
  • Paris e Quintela pensam que sabem cantar (convidado a cantar nas Doce)
  • Paris e Quintela bebem demasiado
  • Paris e Quintela conduzem embriagados
  • Paris e Quintela põem em perigo pessoas inocentes
  • Paris e Quintela são apanhados pela Polícia
  • Paris e Quintela são condenados pelo Juiz
  • Paris e Quintela fazem trabalho comunitário para cumprir a pena

Dado o lapso temporal entre o original e a cópia torna-se completamente claro que é José Diogo Quintela que está a tentar emular a conhecida e mediática Paris Hilton. A diferença entre o original e a cópia é que os juízes são bem mais permissivos que os americanos, ou como se diz em Portugal "tolerantes", e Quintela ainda vai continuar com a carta de condução em sua posse e autorizado a conduzir. Isto apesar de aparecer num programa de televisão a beber champagne pela garrafa horas antes de ser apanhado pela polícia.

Shame on you stinky cat!

Discordo completamente desta decisão judicial. Acho que há uma tremenda falta dos juízes portugueses. De coragem por um lado em condenarem figuras públicas, como se destas tivessem medo, e de visão por outro lado, pois fazem passar uma mensagem totalmente descabida e muito perigosa. A mensagem que fica é que afinal não se fica sem carta por conduzir embriagado, só se paga multa, e que afinal até se pode conduzir bêbado uma vez por outra que o juiz perdoa e desculpa.

Pois é, não vivêssemos num país que tem das maiores taxas de sinistralidade automóvel do mundo e até se compreendia tal tolerância zero. É um facto que a melhoria na assistência aos sinistros (trabalho do INEM) tem feito com que mortalidade diminua, mas seria importante que as estatísticas passassem a reflectir as mortes no Hospital (a 30 dias) e não apenas as declaradas na estrada. Longe vão os tempos da famosa "Tolerância Zero". É pena, porque ainda há muito que fazer, e a prova está este triste exemplo de Quintela. Tanto por não ter tido pojo em conduzir um carro embriegado (não teria dinheiro para um taxi?) como na falta de tacto do juiz em ser tolerante com alguém que ultrapassou em mais de 3 vezes o limite legal para conduzir.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on sexta-feira, janeiro 04, 2008