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A Blogosfera Nacional tem estado inflamadíssima quanto ao anúncio do novo portátil Magalhães. Mais que desmontar o novo portátil, eu diria que o despedaçaram.

No Blasfémias dão conta de que o Magalhães é na verdade, um re-branding local do ClassmatePC da Intel, e que o "Made In Portugal", na práctica é montado sobre licença da Intel.

Já o Público dá conta que o agora anunciado acordo, na realidade data de Outubro, e remete mesmo a iniciativa para um programa da Intel para países sub-desenvolvidos (ou emergentes).

Na minha opinião esta iniciativa, marketing político à parte, acaba por ser positiva, se realmente se puser nas mãos das crianças em idade escolar um computador ainda que básico. Não é preciso um Ferrari para aprender a conduzir, apenas algo que satisfaça as necessidades. Por outro lado a uniformização (todos terem o mesmo) não deixa de ser interessante. Até pode ser que resultem mesmo resultados inesperados, e que por exemplo os professores decidam publicar mais conteudos multimedi e distribui-los, eventualmente até ao espaço lusófono.

Agora falta ainda saber, como mencionei num post anterior, quais vão ser afinal as caraterísticas e especificações do Magalhães, a tal névoa continua a pairar, assim como sobre o preço (ok, 50€, mas com fidelização a redes móves, a Internet de banda larga, e por queal duração?)

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Posted by Carlos Manta Oliveira on quarta-feira, agosto 06, 2008

Encontrei um vídeo sobre o portátil que 500 mil crianças do ensino básico vão ter:

Encontrei-o num Site chamado Portátil Magalhães, que ao que percebo não está oficialmente ligado ao projecto Magalhães. Os parceiros oficiais são a Intel (iniciativa Classmate PC) e a JP Sá Couto (também conhecida pela linha de portáteis Tsunami).

Uma das dúvidas que o Blog levanta é se o Magalhães vai usar a arquitectura do Classmate 2 (Intel Celeron) ou a do Classmate 3 (Intel Atom). A diferença entre as duas versões é significativa(ver comparativo da Classmate), tanto em velocidade de processamento, suporte de armazenamento, aquecimento e utilização da bateria. Infelizmente, parece confirmar-se que a versão das 500 mil unidades será a mais antiga.

De resto, assim como quanto às especificações, há um grande manto de névoa a encobrir esta iniciativa. Chamada de e-escolinhas, parece emular a receita usada para a e-escola. Foi anunciado o preço, mas pouco se sabe sobre especificações. Aparentemente vai fazer parte do material obrigatório, e já se conhecem o fornecedor do processador, e o fabricante, serão essas as diferenças. Começa a especular-se se haverá ou não uma obrigação de vínculo aos operadores móveis ou a operadores de internet, como aconteceu no e-escola.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on segunda-feira, agosto 04, 2008

Não, não começo logo com um erro de grafia este texto. O que educação precisa não é de um conserto no sentido de precisar de ser arranjada, mas sim de alguém que a saiba dirigir, como um Maestro dirige um concerto.

Isto vem a propósito do anúncio de mais 30 milhões de euros investidos em melhorar as escolas.

Um concerto não é para o maestro, nem para os músicos, nem para o público, unicamente. É o concertar de todos os interesses e performances que tornam um concerto magnífico, e que o podem melhorar.

Quando se está perante um mau concerto, o que se pode melhorar?

- Melhorar as condições da sala do concerto. (certamente permite ao público ouvir melhor, em mais conforto)

- Adequar a peça escolhida aos interesses do público. (oferecer algo de novo e que acrescente valor, sendo interessante)

- Melhorar os músicos (com mais formação ou incentivo)

- Trocar o Maestro (quando o Maestro não consegue por os músicos a tocar, quando o Maestro não sabe interpretar a peça de música, ou quando simplesmente não se interessa pelo público)

Eu não diria que é preciso reparar a educação. O sistema educativo português é comparável aos melhores da Europa. Os alunos que vão em Erasmus geralmente têm sucesso. Há que comparar e melhorar o sistema, mas não é verdade que preciso ser reparado.

Outra coisa é perguntar se a qualidade dos concertos tem vindo a melhorar ou a piorar. A métrica de avaliar a qualidade do concerto é complicada. A opinião dos músicos não será sempre coincidente com a do público. E por vezes também é preciso adaptar a peça a ser tocada aos interesses do público. Não basta perguntar a uma das partes.

Contudo investir apenas na qualidade da sala, por modo a que o público não a abandone não chega. Certamente é positivo que o público não abandone a sala, e que a sala seja mais confortável (cantinas, ginásios, computadores com ligação internet, etc). Mas não retirando mérito a essas medidas, serão as mais adequadas?

Tenho a certeza que estão a acompanhar a analogia, e já perceberam também que o problema reside na motivação dos músicos. É que o modo como o Maestro trata os músicos, por mais brio e profissionalismo que estes tenham vai ter influência no espetáculo. No caso parece mesmo que o Maestro e os músicos estão de costas voltadas. Será que melhorar os assentos da sala resolve a questão?

A mim parece-me que é preciso usar de muito mais tacto para orquestrar uma solução de qualidade, e para melhorar efectivamente o sistema educativo. É preciso escolher bem a peça a tocar (especialmente os programas educativos, cursos técnico-profissionais, novas oportunidades, e ajustar os conteúdos programáticos), dar condições de conforto ao público (muito tem sido feito, de cantinas a computores pessoais), mas dirigir e motivar os músicos (Insultar, retirar regalias, e depois dar um prémio ao melhor não me parecem medidas adequadas).

Será caso para mudar o Maestro? Bastará chamar a atenção do mesmo? O certo é que claramento é preciso mudar algo no rumo seguido de modo a que os concertos futuros possam ir melhorando.

Adenda: Na Educação, e nas salas de aula, tal como nos concertos e nas salas se concertos, nada de telemóveis, para não prejudicar os restantes interessados.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on sexta-feira, abril 11, 2008

A revista Times criou uma lista com os que considera serem o TOP 25 dos Blogs.

Deste só costumo seguir o Freakonomics e o TechCrunch. Ocasionalmente o Endgadget e o LifeHacker. Ah, e podem votar nos vossos favoritos.

Times Magazine has indexed what they consider the TOP 25 Blogs.

I am a frequent follower of Freakonomics and TechCrunch. Occasionally I take a look at Endgadget and LifeHacker. By the way, you can also vote on your favourites.

Update:
Esqueci o Indexed, que é simplesmente sensacional.
I forgot to mention Indexed.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on terça-feira, abril 08, 2008

Na sequência dos novos serviços anunciados pelo Ministério da Administração Interna, venho aqui referenciá-los, e adicionar outros dois, talvez igualmente úteis.

Perdidos e Achados

(felizmente não perdi nada, mas experimentei a busca e funciona bem)

Denúncias de Crimes

(desde poluição até ofensas corporais)

Livro Amarelo

(Um repositório de queixas)

Queixas

(Outro Repositório, completo, e de busca fácil)

Há quem recomende consultar estes repositórios antes de comprar um produto ou serviço para verificar a fiabilidade da empresa.

Governem-se! (electronicamente)

Conhecem mais algum site a acrescentar a esta lista?

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Posted by Carlos Manta Oliveira on quinta-feira, janeiro 31, 2008

A câmara municipal do Porto anuncia a criação de uma rede de hotspots gratuita um pouco por toda a cidade. Apoiada numa rede de fibra óptica em crescimento, e numa distribuição wirless até aos vários hotpots, a a estrutura irá servir diversos pontos da cidade. Será fantástico passar a poder consultar a Internet a partir de uma esplanada nos Aliados ou no Jardim do Palácio de Cristal.

Porto inaugurated a free hotspot network covering several places in the city, such as the main avenues, gardens and parks. A mesh of hotspots will be freely available, inter-connected wirelessly on the 5 GHz band (Cisco technology) and supported by a fiber-optic structure.

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Posted by Carlos Manta Oliveira on domingo, janeiro 20, 2008

Agora são os jogos que passam para a realidade. Ou melhor, o comando de uma consola (Wii) que vai permitir melhorias no funcionamento de métodos de visualização. Vejam o vídeo de Johny Chung Lee, do Carnegie Mellon, e imaginem um médico a visualizar um TAC.

 

The game world becomes reality. Watch this great video from Johny Chung Lee, a researcher with Carnegie Mellon, and imagine a doctor visualizing a tomography scan using the Wii remote control.

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A Realidade e o conhecido jogo GTA.

Is Grand Theft Auto Real?

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Posted by Carlos Manta Oliveira on quarta-feira, janeiro 31, 2007