A Conceição Cardoso e o Hugo Tinoco estão a organizar um encontro de Fotografia no Porto, já a 11 de Outubro. Saibam como podem participar no blog do evento. Vemo-nos lá!
Para quem gosta de fotografia, são muito bons! E mesmo para quem só gosta um bocadinho vale a pena.
These are great comics, specially if you are into photography.
Não resisto a citar este post do iphil.com.pt
"Estou parva!" - Naíde Gomes (Atletismo)
"De manhã só é bom é na caminha, pelo menos comigo" - Marco Fortes (lançamento do peso)
"Não vale a pena (a participação nos 5000 m obstáculos), dada a forte concorrência africana. Vou de férias." - Jéssica Augusto (3000 m obstáculos)
"Bloqueei quando vi o estádio olímpico cheio" - Arnaldo Abrantes (200 metros)
"Não sou muito dada a este tipo de competições" - Vânia Silva (lançamento do martelo)
"A égua assustou-se com o ecrã de vídeo existente no recinto e entrou em histeria." - Miguel Ralão Duarte (Hipismo)
"Até parece que as outras treinaram só para me ganhar" - Telma Monteiro (Judo)
O oito é o número da sorte na China. Um dos motivos pelos quais os jogos começaram a 8 do 8 de 2008. E não é que houve outro fantástico 8?
Eight is a lucky number in China, which also explains why the games started on the 8th.8.2008. Now there was an even more fantastic 8.
Palavras para quê, vejam o video:
These are images worth well more than a 1000 words:
A Blogosfera Nacional tem estado inflamadíssima quanto ao anúncio do novo portátil Magalhães. Mais que desmontar o novo portátil, eu diria que o despedaçaram.
No Blasfémias dão conta de que o Magalhães é na verdade, um re-branding local do ClassmatePC da Intel, e que o "Made In Portugal", na práctica é montado sobre licença da Intel.
Já o Público dá conta que o agora anunciado acordo, na realidade data de Outubro, e remete mesmo a iniciativa para um programa da Intel para países sub-desenvolvidos (ou emergentes).
Na minha opinião esta iniciativa, marketing político à parte, acaba por ser positiva, se realmente se puser nas mãos das crianças em idade escolar um computador ainda que básico. Não é preciso um Ferrari para aprender a conduzir, apenas algo que satisfaça as necessidades. Por outro lado a uniformização (todos terem o mesmo) não deixa de ser interessante. Até pode ser que resultem mesmo resultados inesperados, e que por exemplo os professores decidam publicar mais conteudos multimedi e distribui-los, eventualmente até ao espaço lusófono.
Agora falta ainda saber, como mencionei num post anterior, quais vão ser afinal as caraterísticas e especificações do Magalhães, a tal névoa continua a pairar, assim como sobre o preço (ok, 50€, mas com fidelização a redes móves, a Internet de banda larga, e por queal duração?)
Encontrei um vídeo sobre o portátil que 500 mil crianças do ensino básico vão ter:
Encontrei-o num Site chamado Portátil Magalhães, que ao que percebo não está oficialmente ligado ao projecto Magalhães. Os parceiros oficiais são a Intel (iniciativa Classmate PC) e a JP Sá Couto (também conhecida pela linha de portáteis Tsunami).
Uma das dúvidas que o Blog levanta é se o Magalhães vai usar a arquitectura do Classmate 2 (Intel Celeron) ou a do Classmate 3 (Intel Atom). A diferença entre as duas versões é significativa(ver comparativo da Classmate), tanto em velocidade de processamento, suporte de armazenamento, aquecimento e utilização da bateria. Infelizmente, parece confirmar-se que a versão das 500 mil unidades será a mais antiga.
De resto, assim como quanto às especificações, há um grande manto de névoa a encobrir esta iniciativa. Chamada de e-escolinhas, parece emular a receita usada para a e-escola. Foi anunciado o preço, mas pouco se sabe sobre especificações. Aparentemente vai fazer parte do material obrigatório, e já se conhecem o fornecedor do processador, e o fabricante, serão essas as diferenças. Começa a especular-se se haverá ou não uma obrigação de vínculo aos operadores móveis ou a operadores de internet, como aconteceu no e-escola.
Antes da Revolução, igual a qulquer outra... e à TAP de hoje?
Before the Low Cost Revolution, just like any other...
Fui cliente do Barclays em Inglaterra quando lá estudei. Nunca tive uma razão de queixa, pelo contrário. Quando lá abri conta (graças a uma dica do amigo Cristiano) deram-se uns vouchers para a Waterstone's e tudo. Inclusive cheguei a recomendar o cartão de crédito da Barclaycard em Portugal, que apesar de ser uma instituição diferente do banco, está debaixo do mesmo umbrella empresarial, o grupo Barclays. Até ao momento, o mesmo não deu qualquer problema.
Quem não pode dizer o mesmo é o Pedro Rebelo, que tem o Blog Browserd. Resumindo um pouco, o Pedro Rebelo teve um problema com o cartão de crédito. Alguém terá pela Internet feito compras que indevidamente foram creditadas ao cartão do Pedro Rebelo. Quando deu por ela, já lhe estavam a descontar os pagamentos na conta. Assim, deu conta ao banco do que se passou, e confiou que o seguro anti-fraude o protegesse, pois era claro que não tinha feito as compras, e que a situação rapidamente se resolvesse, pois ía viajar e precisava do cartão. Bem, isto foi em Maio, e depois de inúmeras desventuras que podem acompanhar ao pormenor, chegou a primeira promessa de resolver o problema até 18 de Agosto, mas enviada pelo apoio ao cliente de Inglaterra! Recomendo que acompanhem os próximos episódios. Eu continuo a achar que não fosse a felicidade de Pedro Rebelo saber que o seguro entretanto já enviou ao Barclays a respectiva indeminização não seria tão pacífico nas suas missivas.
A Massa Crítica é um movimento mundial que promove o uso de transportes individuais não poluentes, em especial a bicicleta. No Porto (Portugal) a face visível deste movimento é a Bicicletada, um passeio de bicicleta que tem lugar uma vez por mês, na última sexta-feira de cada mÊs, com início na Praça dos Leões.
Justamente no Porto teve lugar há poucos dias a segunda edição do Porto Bike Tour. Um enorme sucesso, com mais de oito mil participantes, que no final tiveram direito a fica com a bicicleta, o capacete, e mais equipamento fornecido pela organização (a participação tem um custo de inscrição de cerca de 50€).
É óbvio que a realização deste tipo de eventos provoca perturbações no trânsito automóvel. O que representa uma inversão total de pardigma, pois hoje é o trânsito automóvel que cria muitas dificuldades ao uso da bicicleta.
Reparem só no que aconteceu em Nova Iorque, em que um polícia decidiu atacar a despropósito e aleatoriamente um participante de uma actividade da Critical Mass. As imagens mostram uma violência excessiva e desmedida, difícil mesmo de entender. O ciclista participante esteve preso durante 26 horas por agressão a um agente da autoridade e resistência a ordem de prisão. Bem, vejam as imagens e julguem por vocês. O ciclista é derrubado, com uma placagem típica do futebol americano e estatela-se no chão.
No fim, o polícia foi castigado e destituído do seu crachá e de porte de arma de fogo (!). Já sei o que muitos de vocês vão dizer. Que isto só pode acontecer nos Estados Unidos da América, que é uma sociedade muito violenta, que têm os combustíveis demasiado baratos e que por isso constroem a sociedade alicerçada unicamente no transporte individual e ainda por cima com os veículos mais poluentes e menos eficientes.
Pois bem, não sei se será bem assim. Se calhar está na altura para olhar para o nosso umbigo. É que estas iniciativas também não estão a ter apoio em Portugal. Pelo contrário, as manifestações mais frequentes, excepto as dos participantes, até são de desagrado. E vão desde classificar estes eventos de "puro vandalismo" ao ponto afirmar que os ciclistas devem ir para o campo e não têm lugar nas cidades. E não se trata de polícias brutos e sem formação, falamos também de arquitectos e planeadores do espaço público. Parece que a depência do automóvel turva o esclarecimento da mente. Felizmente parece haver uma nova geração (arquitectos incluídos) que traz uma lufada de ar fresco disposta a provar o contrário, e a mostrar que a bicleta não é só um veículo de passeio e lazer, mas também um meio de transporte e de trabalho.
Já aqui ao lado, em Lisboa, o cenário não é totalmente diferente, mas parecem estar a nascer os primeiros frutos da cidade das sete colinas:
Os primeiros 100 dias já lá vão, assim como muitos quilómetros, mas verifiquem como um Engenheiro Civil faz da bicicleta o seu meio de transporte em Lisboa em 100 dias de Bicicleta em Lisboa. Em particular, reparem por exemplo neste post "Da cota 05m à cota 60m, 10.4km no total". Imaginem agora se houvesse ciclovias e articulação com os transportes públicos, como noutras capitais e cidades europeias.
E vocês, já experimentaram ir para o trabalho de bicicleta? Que dificuldades encontraram, ou o que teria que mudar para vos convencer? Tenho um amigo que vai todos os dias de Ermezinde para Famalicão (com a bicicleta dentro do comboi, claro está), não se esqueçam que a bicicleta se articula e complementa com os transportes públicos, e há sempre as foldable bikes (à venda no Biclas).
É caso para perguntar, quem é que policia a polícia. Estes esquemas deitam abaixo qualquer credibilidade que instituições dete calibre queiram ter. E vocês, confiam em quem elegeram?
A very brave investigation on german members of the parliament and the misuse and abuse of our money. Schemes like this mine the credibility of these institutions. Do you trust who you elected?
O Nuclear volta à Agenda. Volta-se a por a hipótese na mesa e abundam as opiniões. Da última vez foram um empresário, Patrick Monteiro de Barros, e um ex-secretário de estado, Pedro Sampaio Nunes, após uns anos em Bruxelas que trouxeram a ideia. Agora foi o Governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio. Sim, é verdade que o maior expert português, Carlos Varandas, apoia as iniciativas. (espero não ter cometido nenhuma gaffe nos nomes e títulos).
A grande questão do nuclear para mim assenta em dois pilares: a segurança, e a autonomia energética. O que acho curioso é que estes relançamentos do tema têm sempre um cariz económico, e só tocam ao de leve nos problemas de fundo que uma discussão e debate esclarecidos precisavam. Não deixa de ser curioso então o timing deste último anúncio, mas às vezes o timing prega partidas... adiante explico.
Sobre a segurança há duas vertentes a ter em conta. Uma é a Probabilidade de acontecer um acidente. Outra é o Impacto desse acidente. A primeira tem conhecido felizmente avanços significativos e notáveis. A tecnologia hoje permite reduzir muito a probabilidade de um acidente ocorrer. Infelizmente não é o mesmo caso no impacto. Claro que há melhorias nas técnicas de contenção de acidentes, mas a verdade é que as consequências são as mesmas dos famosos casos infelizes que marcam a história. A análise de risco toma o produto destas duas vertentes, no fundo a àrea de um rectângulo cujos lados lhes são proporcionais. Temos agora um rectângulo estreitinho, mas na mesma muito alto. No fundo, é menos provável que algo aconteça, mas caso aconteça... E reparem que a segurança apenas parcialmente se refere à central em si. Temos que falar de segurança no transporte do combustível, no transporte dos resíduos, no armazenamento dos resíduos, e no processo de desmantelamento de uma central após o seu tempo de vida.
A independência energética é para mim o mais marcante dos pilares. Por um lado é verdade que se consiguiria a independência do petróleo ou do gás natural, mas apenas a troco da depência por outro combustível, o nuclear. Também é verdade que em Portugal existem recursos naturais de minério, mas a verdade é que não temos capacidade de os refinar. Reparem que o Irão andam há décadas a tentar conseguir essa tecnologia. O problema é que a capacidade de refinação permite o uso militar da tecnologia. E por outro lado, se os nossos recursos fossem tão vastos, porque motivo estão abandonados hoje? Certamente não faltariam interessados. Trocar os poluentes hidrocarbonetos pelos perigosos nucleares, é uma escolha difícil, mas o paradigma da dependência mantém-se!
Haveria ainda livros para escrever sobre o tema, para as questões das qualificações, do erro humano, da ameaça a atentados, da já existência de centrais nos cursos de água que chegam a Portugal, do uzo da energia produzida para os transportes, da diagrama de produção e consumo de energia, entre muitos.
Mas o que motivou a este post foi o Timing!
É que entende-se a intenção de anunciar a ideia do Nuclear num pico do preço do petróleo. Os orçamentos estão no limite e o cinto apertado, muitos começam a vacilar.
Mas estas coisas do Timing são imprevisíveis. Reparem só:
Reuters, 8 Julho 2008 France's Areva says uranium leaked into river
Reuters, 23 Julho 2008 New contamination incident at French nuclear site
De facto, Julho de 2008 foi a pior altura possível, e Brown e Sarkozy que andavam com ideias semelhantes já tiveram que as voltar a guardar na gaveta. Voltarão a sair na Primavera de 2009? Até lá gostava que se debatesse a sério pelo menos os pilares de que falei.
Sorry, but this will be a much shorter version of the above. Summing up, the Governor of the Portuguese National Bank (the local version of the European Central Bank) decided to copycat Gordon Brown and Sarkozy, and suggest the nuclear alternative for electrical energy generation. (Portugal has none nuclear power plants, though there are a few on the spanish border, on rivers flowing into Portugal). It is plain to see how well timed this ideas were, however recent incidents in a French Power Plant, Tricastin, may well put these ideas back in the drawer.
Tentem treinar no fim de semana...
Practice on the weekend...
Um ideia para poupar energia nos comboios, evitando as paragens nas estações.
An idea do save energy on trains, avoiding the need to stop in stations.
Para já, não a média, é a nota mínima, ou melhor, a nota do último que entrou, mas adiante...
Foram abertas mais vagas do que em anos anteriores, podem ser consultadas aqui (Lista de Vagas segundo Ciência Hoje).
O número de candidatos tem vindo a descer todos os anos.
Ainda assim eu arrisco uma súbida de 1 a 2 valores. Devo estar louco, dirão vocês!
Mas não, a sério que não. É que as notas dos exames nacionais subiram de modo fantástico, em particular o de matemática. Se bem entendi, o de Física e Química deste ano só contará para quem concorre no próximo ano (a disciplina termina no 11º).
Ainda assim fica o aviso. Escolham com cuidado. É verdade que muitos cursos em várias Universidades fizeram "batotas", como incluir a prova de português para o acesso a cursos de Engenharia em vez da Matemática. Vejam bem com atenção os requesitos de cada curso a que concorrem, e não se esqueçam que as notas dos exames foram altas. Um "12" que ano passado tinha chegado, neste ano só com "13" ou "14". Estão avisados.
Vai ser mais difícil entrar? Não, é claro que não!
Como disse antes, há mais vagas e menos candidatos. Vai ser até é mais fácil, as médias vão subir, mas vão subir para toda a gente. O que é preciso é serem cuidadosos nas escolhas, e não estarem a contar que tudo seja semelhante ao ano passado, senão arriscam-se a ficar de fora na primeira fase, e depois na segunda só podem escolher entre o que sobrar.
Façam de conta que as notas do ano passado from em Euros, e as deste anos são em dólares, se me consigo fazer passar a analogia.